Presidente Misael Galvão recebeu camelôs de
Rondonópolis, Tangará da Serra, Barra do Garças, Várzea Grande e outros de
Cuiabá, para apresentação de discussão final de crédito específico à categoria.
Na tarde do dia 31-03, foi realizado na Associação do Camelôs do Shopping
Popular a segunda reunião para definição da linha de crédito específica para
categoria dos camelôs do estado, segundo presidente Misael Galvão disse que
iniciou-se a reunião com o governador do Estado Pedro Taques que logo se
comprometeu em conseguir mecanismos para contemplar os camelôs. Após a reunião
o governador passou para o Secretário de Desenvolvimento Econômico
SeneríPaludo, que vem dando todo suporte para que possa concretizar o crédito,
inserindo a MT Fomento como opção. O deputado Sebastião Rezende conduziu todo
este processo lutando junto com os camelôs para que saia da forma ficaria
satisfatória ao pequeno empreendedor. A reunião contou com a presença dos
camelôs de Rondonópolis, Tangará da Serra, Barra do Garças, Várzea Grande e
outros camelôs de Cuiabá. Na reunião o diretor
de operações do MT Fomento, João Paulo Fortunato, apresentou uma proposta de
minuta de abertura de linha de crédito destinada ao fomento aos camelôs de Mato
Grosso. Nesta segunda reunião o órgão propôs um fomento de concessão de
empréstimos de até R$ 80 mil por camelô, com prazo definido de até 48x e juros
a se rediscutir. A proposta será rediscutida pelo órgão da MT Fomento já que a
categoria pediu uma melhor condição da taxa que seria em um ideal de 8% a
apresentada foi 12% ao ano. Também se discutiu as formas e garantias para o
crédito, segundo o diretor os camelôs que teriam direito a este crédito seriam
os que estão formalizados, constituídos suas empresas ME e MEI juntos a
Associação com suas obrigações em dias, o aval para entrada da papelada seria
pela instituição que o camelô estaria filiado, dando força as instituições e
forçando a formalização já que os consideram como microempreendedores. O
presidente Misael Galvão informou que a classe dos camelôs precisava desse
reconhecimento por parte do governo do Estado, por isso em 2015 a associação
procurou o governo estadual e hoje depois do encaminhamento do governador Pedro
Taques e de uma sequência de reuniões para encontrar melhorias para essa
categoria, os camelôs poderão ter acesso a esta linha de crédito e poder
trabalhar com capital de giro. O deputado Sebastião Rezende, que articula as
negociações entre governo e categoria, informou que o resultado é que nos
próximos dias o secretário de secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico
SeneriPaludo, vai estudar a contraproposta e apresentar um número final.
“Vamos aguardar a decisão final do secretário e já iniciar as tratativas para
finalizar essa linha de crédito”, disse Rezende. Orlando Barbosa da Silva, que
é presidente da Associação do Centro Popular de Compras de Várzea Grande, disse
que “é uma parceria com empréstimos para investimento a juros menores, então é
importante para nós camelôs. Precisamos de crédito para investimentos e para
girar nossos negócios. Será muito importante porque podemos crescer”. A
presidente da Associação do Centro Popular do Porto, Aparecida Ribeiro, a Cida
Camelô, lembrou que, “só na associação que preside, 252 trabalhadores aguardam
com ansiedade pela nova linha de crédito. É importante demais. Somos 252
camelôs e precisamos desse recurso. A expectativa é grande, poderemos
adquirir mais mercadoria e assim vender com preços melhores”. Afirma Cida.
Misael Galvão ainda lembrou que, além da linha de crédito, outros três itens
estão em debate junto ao governo: a adoção de uma nova legislação
tributária unificada para o setor, a garantia de representação desses
trabalhadores no Fórum Estadual das Micro e Pequenas Empresas e a adoção de um
plano de negócio com fins de instituição da primeira cooperativa desses
trabalhadores em Mato Grosso. No item da tributação, os trabalhadores querem
unificação dos impostos com diminuição de alíquotas. Atualmente esse
profissional tem que fazer compras em Cidade do Leste, na fronteira do Paraguai
com o Brasil, em Foz do Iguaçu (PR). Ao entrar no Brasil, pagam 25% de
ICMS federal mais 7% de ICMS estadual. A proposta é baixar dos atuais 7% para
algo em torno de 3% ou menos. Os dois impostos (ICMS) juntos somam 32% e, com a
proposta da categoria, diminuiria para cerca de 27%. Mas já utilizam a segunda opção
que é comprar no Brasil como em São Paulo. –Secom
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