terça-feira, 24 de maio de 2016

COMO A ARQUITETURA HOSPITALAR AJUDA NA RECUPERAÇÃO DOS PACIENTES

Grupo Baggio foca em obras corporativas construindo hospitais com ambientes mais acolhedores e tecnicamente mais eficientes. Viabilizando obras corporativas por meio de parcelamento direto, o Grupo Baggio apresenta na Feira + Fórum Hospitalar opções para hospitais, clínicas ou outras unidades de saúde interessadas em construir e ampliar sua estrutura. A construtora quer investir este ano R$ 70 milhões no financiamento de construções corporativas. Com crédito escasso para investimentos, a Baggio também oferece parcelamento em até 90 vezes a metade do valor da obra. Os outros 50% podem ser pagos com entrada de 10% e 40% parcelados durante o prazo da construção. O Grupo Baggio, com sede em Curitiba (PR) e escritórios em Campinas (SP) e Belo Horizonte é especializado em grandes obras como hospital, escolas, hotéis, concessionárias, clínicas, laboratórios e residenciais de alto padrão.  A proposta do Grupo Baggio nas novas construções corporativas voltadas para a área de saúde são espaços mais funcionais visando a recuperação dos pacientes e o bem-estar dos profissionais. Esse novo conceito será apresentado na maior feira de saúde do Brasil, a Feira + Fórum Hospitalar, que acontece de 17 a 20 de maio, em São Paulo (SP). Deixar o ambiente mais agradável tanto para os pacientes e funcionários, quanto para os visitantes, é o principal desafio do Grupo Baggio na arquitetura hospitalar, que vem ganhando a atenção em todo o Brasil. “A saúde ainda é um setor carente de infraestrutura. Devido à necessidade e a demanda da população, estamos buscando nichos de oportunidade para oferecer uma saúde com mais qualidade”, explica a diretora do Grupo Baggio, Blanca Baggio. O trabalho da empresa é criar projetos que atendam a demanda, tecnicamente, de forma mais eficiente. O novo foco da arquitetura hospitalar é fazer com que os hospitais ganhem um ambiente mais acolhedor, com acabamento, mobiliários e cores que fogem da tradicional estrutura clínica branca. “Pretendemos, em qualquer projeto, por menor que seja a intervenção ou por mais rígido que seja as instalações, proporcionar ao usuário a sensação de que naquele espaço existe arquitetura”, destaca Gustavo Pinto, arquiteto especializado na área hospitalar e parceiro do Grupo Baggio. O diferencial para esse nicho de mercado vai além da infraestrutura e estética arquitetônica do hospital. O desafio são projetos que criam novos espaços integrados e que otimizam o uso do ambiente, por exemplo, como o fluxo de pacientes e funcionários. Neste contexto, como explica o arquiteto, as novas edificações hospitalares devem ser projetadas dentro de um sistema que permite flexibilidade, oferecendo uma estrutura de qualidade e, consequentemente, melhorando o atendimento aos pacientes. O projeto, que funciona como um plano diretor de uma cidade, deve respeitar as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), além dos requisitos da resolução técnica sobre os projetos assistenciais de saúde. “Os edifícios de saúde possuem níveis de desempenho diretamente ligados com sistemas e processos de trabalho. A qualidade do planejamento e projeto é determinante para empreendimentos e serviços de alta qualidade”, destaca Pinto. “A definição dos sistemas construtivos, o estudo de fluxos, aberturas, insolação e outros elementos arquitetônicos, formam a base para o desenvolvimento dos projetos, inclusive, pensando na sustentabilidade”, explica Pinto, apresentando alguns exemplos, como uso da água da chuva, aquecimento solar, paredes de gesso, sensores de presença, uso de vidros e proteção solar, que contribuem na eficiência energética do hospital. Construção com olhar clínico -  Os projetos devem ser elaborados pensando em um espaço acessível e agregador de novos conceitos de uso e ambientes, como por exemplo, um jardim e áreas verdes para ajudar na recuperação dos pacientes. É preciso um olhar do corpo clínico, do usuário e do paciente. “Criar um espaço hospitalar e responder a todos estes usuários com a mesma qualidade é sempre um desafio. Hoje, todas as edificações devem responder aos portadores de necessidades especiais. As áreas hospitalares já possuem particularidades relacionadas a fluxos, tamanho de portas, corredores, saídas de emergência, entre outras características”, explica o arquiteto. “A ideia é para as novas construções é uma estrutura integrada deixando de ser um ambiente traumático”, finaliza. –Secom

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